terça-feira, 9 de setembro de 2008


Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienen miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienen miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tienen miedo de subir y miedo de bajar
Tienen miedo de la noche y miedo del azul
Tienen miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da

El miedo en una sombra que el temor no esquiva
El miedo as una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá

Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar

Tienen miedo de reir y miedo de llorar
Tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienen miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor

El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar

Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo

Medo estampado na cara ou escondido no porão
Medo circulando nas veias ou em rota de colisão
Medo é de deus ou do demo? É ordem ou é confusão?
O medo é medonho
O medo domina
O medo é a medida da indecisão

Medo de fechar a cara, medo de encarar
Medo de calar a boca, medo de escutar
Medo de passar a perna, medo de cair
Medo de fazer de conta, medo de iludir

Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo que dá medo do medo que dá


 Lenine - Miedo ♪

Acho que a grande questão é que, no fundo de tudo, eu ainda acredito em nós, no nosso destino. Acho que no fundo de tudo isso, meus olhos ainda brilham ao te encontrar e isso, ninguém pode mudar.

Universo em desencanto.

"- Tem duas condições para você não me perder e eu não perder você. Você não pode se sentir prisioneira, nem de mim, nem do meu amor, do meu afeto, de nada. Você é um anjo que precisa voar livre, nunca vai permitir que eu seja o único objetivo da sua vida. E a outra condição é nunca trair você mesma, porque se fizer isso vai se machucar, mas vai machucar a mim também. Eu te amo e vou te amar mesmo quando nossos caminhos se dividirem. Que você possa encontrar na sua vida a mais alta, plena e perfeita felicidade. E que eu possa fazer parte disso com você, enquanto você quiser. Porque... é bom que saiba desde agora: eu sempre vou querer, mesmo quando você não se virar mais para me olhar.


Estou aqui para você, só para você."


100 escovadas antes de ir pra cama - Melissa Panarello ♠


There's no way back.

sábado, 23 de agosto de 2008

Mais uma de amor

Meu amor, meu Renanzinho, meu namorado, meu lindo, meu orgulho, meu lado, minha companhia, minha alegria, minha lágrima, minha espera, meu futuro, minha certeza, meu sentimento, o brilho dos meus olhos, meu sonho, meu desejo, minha satisfação, meu prazer, minha música, meu amigo, minha criança, meu medo, meu coração, meu doce, minha dor, meu ponto forte, meu conforto, meu apego, meu pensamento, minha verdade, minha preocupação, minha expectativa, minha briga, meu abrigo, meu carinho, meu sorriso, meu ciúme, minha força, meu dia, minha noite, minha vontade, meu desafio, meu quase marido, meu colo, meu lugar, meu abraço, meu beijo, meu arrepio, meu presente, meu desespero, minha volta, meu perfume, meu canto, meu apaixonante, minha voz, minha idéia, minha imaginação, meu bem querer, minha sintonia, meu par, minha combinação, meu encaixe, minha harmonia, meu bem-estar, minha calma, minha família, simplesmente...
MEU AMAR!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

"Jogamos os jogos da vida, obedecendo a livros de regras, escritos com letra invisível ou com código secreto." (Arthur Kostler)


Jogar? Obedecer? Regras? Códigos?
O que nos guia?
O que acreditamos ou aquilo que é considerado certo?
Quem cria as regras, escreve os livros, desvenda o código secreto?
Qual é o jeito certo de jogar? Quem sabe?
Talvez uma das principais das ditas regras é não saber, é deixar o vento passar sem se preocupar onde é que o barco vai parar.



- p/ escola, Ensino Religioso

Um mundo de todos

Individualidades, egoísmos, umbigos! O universo antes de ser o universo é resultado de um conjuntode formas, elementos, substâncias, essências, características. Tudo o que criamos, e até mesmo nós, somos resultado
de uma junção; com base nesse pensamento não consigo chegar a uma lógica e explicar como é que chegamos nesse individualismo! Querendo sempre o melhor pra nós, mais para nós, tudo, tudo para nós. Com um olhar focado no umbigo, limitado a isso. Qual é a dificuldade em aceitar que não somos superiores a ninguém e que temos muito a aprender?
O mundo seria tão menos caótico se nos permitíssemos pedir ajuda. Nossa vida seria tão menos caótica se aprendessemos a olhar ao nosso redor!
O mundo é quase que um quebra-cabeça, que precisa de peças de todos,    a essência é essa.



- p/ escola, Ensino Religioso

Tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Presente ausência

Algo parecido com necessidade, mais puxado, apenas, para o lado da vontade. Vontade de ouvir sua voz, sentir sua presença.
Presença inenarrável, presença de companheiro, de amigo.
Amigo das palavras, das noitadas, dos risos, dos abraços.
O amigo de sempre.
Quando te procuro, quando não te encontro.

Todo mundo tem um segredo

Lá estava Gabriela, num lugar que a muito tempo não voltava, estava sentada ao chão do quarto, encostada na cama tentando encontrar uma desculpa para ir até a sala, conversar com Raphael, ficar mais perto talvez. Fazia tanto tempo que não o via, afinal.
Se levantou e lá foi ela... - Ei, então... você tem um fone? - Esse foi o jeito que encontrou e, por uns minutos ela até que conseguiu, mas não foi o bastante, queria mais, queria ficar ainda mais perto. Eles poderiam conversar sobre tanta coisa, passariam a madrugada toda rindo, lado a lado! Ela tinha certeza disso, mas, simplesmente não sabia como se aproximar.
De volta ao quarto, ficou horas esperando algo, difícil saber pelo que, mas acho que era por Raphael, é, devia ser.
Uma lua mais tarde, ela teve vontade de voltar no tempo, e fazer diferente.

A idéia saiu finalmente do cérebro. Era noite, e não pude dormir, por mais que a sacudisse de mim. Também nenhuma noite me passou tão curta. Amanheceu, quando cuidava não ser mais que uma ou duas horas. Saí, supondo deixar a idéia em casa; ela veio comigo. Cá fora tinha a mesma cor escura, as mesmas asas trépidas, e posto avoasse com elas, era como se fosse fixa; eu a levava na retina, não que me encobrisse as coisas externas, mas via-as através dela, com a cor mais pálida que de costume, e sem se demorassem nada.


- Trecho do livro Dom Casmurro de Machado de Assis

sábado, 19 de abril de 2008


Caminhos novos vou seguindo
Chorando, dizendo, sorrindo

quinta-feira, 17 de abril de 2008



Toca o telefone, é sua amiga Milena, que chora dizendo que está cheia de problemas. Juliana fica preocupada e quanto mais sua amiga fala mais longe sua mente chega. Ausente, teorizando, voando. Juliana só consegue pensar em "como definir alguém infeliz? O que isso significa? Quais são os verdadeiros problemas que alguém pode ter? Ser feliz?... feliz?" - seu cachorro entra no quarto, trazendo seu pensamento de volta à realidade. Milena ainda está falando de seus problemas e a todo momento enfatiza uma unha encravada e uma cicatriz! Banalizar, banalizar! ... de repente, seu pensamento é tomado pela voz, um respiro e ela joga no ar: - Porque é mais fácil analizar sua infelicidade a partir de uma realidade egoísta?

O mundo é bem maior que nós!

vem pra misturar juizo e carnaval
vem trair a solidão
vem pra separar o lado bom do mal
e acalmar meu coração

vem pra me tirar o escuro e a sensação
de que o inferno é por aqui
vem pra se arrumar na minha confusão
vem querendo ser feliz




"A CRIANÇA IDIOTA AGORA, TEM QUATORZE ANOS.
PARABENS PRA MIM(Y) :~ "

08/jan - 2006


quarta-feira, 2 de abril de 2008


Não sei há quantos anos deixei de me preocupar em definir o que sinto. Quando era novinha, sim. Aquelas dissertações se era paixão, amor,
atração, se era passageiro ou para a vida (confesso que quando era novinha, era sempre para a vida...), ocupavam-me horas. Lembro-me que antes de adormecer, a minha cama era uma autêntica palestra. Entre eu e eu. Às vezes até eu, eu e eu. Creio que chegávamos a ser quatro na cama.
Mas, como escrevi ali atrás, com o tempo comecei a adormecer sem “palestrar” comigo .Sobre nomes de coisas. E deixei de me preocupar em lhes dar nomes, mesmo. Quando muito, faço uma lista onde meto as sensações todas. E guardo, bem guardadinha para um dia, quando voltar a apetecer-me batizá-las, ou tiver insónias, mostrar a algum entendido e perguntar, então vá lá, isto é (era) o quê?

Se me pedisses e eu pudesse dava-te o Mundo. Não posso, mas eu sei que tu sabes que eu te daria o Mundo. Se pudesse.
Quando as coisas ficam pretas, quando o Sol se esconde, quando preciso de um ombro, é em ti que penso.
Quando quero o Mundo, mas sei que apenas me podes dar uma palavra, ou mesmo que não possas, continuo a querer o mundo e a ficar apenas com a palavra. Ou mesmo sem ela.
Se me pedirem para definir amigo, penso eu ti. Se me pedirem que pense em ternura, penso naquela moínha que sinto aqui num lugarzito que deve ficar entre o estomago, o coração, a alma e o olhos e que aparece sempre que te toco. Ou mesmo que não te possa tocar.
Se me pedirem que defina prazer, penso no que me dás. Se pedirem que defina desejo, sinto-te.
Se me pedirem que defina vida, falarei em acordar a teu lado. E como basta acordar a teu lado uma manhã, uma tarde ou uma noite, para ela fazer sentido. Adormecer também.
Se me pedirem para te definir...aí, não terei palavras. Que cheguem. Serás, portanto, ainda e sempre o meu Mar. E encantas-me. Muito mais que me encantaste naquela noite em que me esperaste ao fim das escadas. E muito menos que me encantarás amanhã.


- Isabel Faria


Troll Urbano .


Precisa-se de um amigo


Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.

Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois odos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de
orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.



- Vinicius de Moraes

Por te rever

Quisera roubar-te essas palavras e morrer
Trazer-te assim até ao fim do que eu puder
E começar um dia mais eternamente
Por te rever, só
Pudesse eu guardar-te nos sentidos e na voz
E descobrir o que será de nós
E demorar um dia mais eternamente
Por te rever, só
Quisera a ternura, calmaria azul do mar
O riso o amor o gosto a sal a sol do olhar
E um lugar pra me espraiar eternamente
Por te rever, só
Pudesse eu ser tempo a respirar no teu abraço
Adormecer e abandonar-me de cansaço
Quisera assim perder-me em mim eternamente
Por te rever, só


Numa cadeira vazia cabe tudo. Cabe a solidão. A esperança. A memória. A partida e a chegada. Num caminho também.
Na volta, uma cadeira vazia no ínicio de um caminho é apenas uma espera.
E se for no fim?



- Isabel Faria

domingo, 23 de março de 2008

sexta-feira, 14 de março de 2008


A velocidade do amor é proporcional às concentrações de respeito, humildade, alegria, amizade, sinceridade e compromisso presente na vida de cada um de nós, multiplicada por uma constante essencial em nossos corações: a capacidade de amar.

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
quando nunca pensei me decepcionar,
 mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
“quebrei a cara muitas vezes”!

Já chorei com lembranças,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade.

Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar.
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é “muito” pra ser insignificante.



- Charles Chaplin

“Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo,quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem,mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou,pois vendo-os loucos e santos,bobos e sérios, crianças e velhos,nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão…”



- Fernando Pessoa

"As palavras não revelam
Nada mais que o pensamento
Enquanto as faces espelham
O verdadeiro pensar do momento.
Os rostos são expressões das almas
Em formas de sentimentos
E o medo é aquele que toca
Os corações covardes,
Como acordes do piano."


'Viajando com Raul Seixas'
José Benedito Farias

domingo, 2 de março de 2008

"Faz tempo... muito tempo. E assim volto à mesma estaca, ao mesmo passo. Talvez até regredindo. O pior é que é tão igual, que é como se voltasse no tempo. É exatamente o mesmo passado, até impressiona, logo a mim."


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

"Nada está direto. A vida é insuportável.
Mas devemos calar."


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Meu abismo, meu abrigo! Só se vive o que se ama
Por isso, conta comigo pra qualquer destino


Olhe em volta

O que pôs tudo a perder em minha vida foram aqueles cinco minutos... foram os cinco minutos mais demorados de minha vida, onde vi tudo o que eu tinha construído a minha volta, desmoronando, a cada lágrima mais um pedaço de mim ficava naquele lugar. Ouvia a voz de quem eu amava, de quem me fazia feliz, de quem eu amava, de quem esteve sempre ao meu lado. A sua doce voz me dizia que não havia mais jeito, que naquele minuto, tudo acabava...
O último abraço amigo, a dor em meus olhos, e a coragem do último adeus que pairava bem longe de meu ser. Senti algo incrível! Em medos de dois minutos senti a maior segurança de minha vida, e nesses mesmos dois minutos o maior medo, o chão sob meus pés caia, se monstrando fraco, assim como eu. Palavras amigas, conselhos, uma certa história sobre subir degraus, sobre não precisar de ninguém, parecia atraente, na prática, é diferente.
Desses cinco minutos, o último foi o mais claro, mais rápido, o mais doído. Me vi, sem perceber, estacionada bem ao meio da rua. Não escutava os gritos, não sentia o vento bater, não falava a dor. Fechei os olhos, vi todo o amor que eu tinha, passar, e enfim me vi sozinha, perdida num canto qualquer.
Foram cinco minutos, minutos em que tudo de bom que havia em mim foram bruscamente arrancados.
Hoje, esses cinco minutos, mais tarde, se transformaram em cinco estrelas que vivem todo dia comigo, iluminando meu sorriso cada vez mais.



terça-feira, 12 de fevereiro de 2008


"Sou um cara muito sincero, digo exatamente
aquilo que está passando na minha cabeça.
Aí as pessoas acham que é loucura. Mas, no fundo,
o que procuro mesmo é não fazer tipo algum."


(Cazuza)